FAZES
A vida e suas transformações.
Férias, praia, sol e cerveja, o que mais preciso depois onze meses exaustivo de trabalhando, só mesmo umas boas férias para relaxar. Sentada na beira da praia no quiosque vi minha vida passando, como uma novela, ali se passou todas as fazem da minha vida, desde meu nascimento ate época de hoje. Percebi que, algumas pessoas vivem muitas, outros não vivem nada, e tem aquelas que nem chegam a nascer, a vida e suas transformações.
Naquela época não existia hospital as parteiras que faziam os partos, muitas crianças morriam ao nascer, devido à falta de estrutura e algumas mães também chegavam a falecer na hora do parto. Completei dois anos de idade e vim com minha mãe e meu irmão para São Paulo, fomos morar nos fundos da casa de minha tia, era um quarto onde mal cabia os moveis, quer dizer, nem moveis tínhamos, era uma cama de solteiro e um fogão velho, que era da minha tia. Ela nos ajudava naquilo que podia, era separada e também tinha três filhos para sustentar.
Depois de alguns meses minha mãe conseguiu arrumar um emprego de costureira, numa fabrica de jeans, naquela época ganhava se pouco e era por produção, o seu salário mal dava para o sustento e ajudava minha tia com as contas, água e luz, não sobravam quase nada para os gastos pessoais, muitas vezes chegava o fim do mês e já não tinha mais nada para comer.
Pequena, ficava em casa com meu irmão e meus primos até minha mãe voltar do serviço.
Meu irmão e meus primos foram crescendo e entraram para escola e eu com diferença de quase cinco anos eu era a única que não podia freqüentar as aulas, então ficava a parte da manhã sozinha e muitas vezes nem chegava perto do portão de casa, minha mãe sempre dizia se eu sair o homem do saco ia me pegar, então fica quietinha em casa com medo, até meu irmão e meus primos voltarem da escola.
O tempo foi passando eu fui crescendo e entrei para a escola, agora não ficava mais só, ia pra aula com meu irmão e meus primos, como não tinha feito o pré tive dificuldade na aprendizagem, até hoje lembro do nome da minha professora, era igual ao meu, e me lembro que ela não me passou porque não sabia se quer pegar num lápis para escrever. Passaram alguns anos, minha mãe mudou de casa, mas continuamos morado no mesmo bairro, mudamos para a rua de acima da casa da minha tia. Morar com família é bom, mais precisávamos da nossa liberdade para dar continuidade na nossa trajetória de vida e a nossas transformações.
Mudar nós podemos.
Podemos! Basta acreditar no seu potencial e fazer aquilo que realmente nos faça feliz! Sempre quis escrever um livro que pudesse relatar minha historia de vida e orientar as pessoas ao lerem. Carrego comigo: Humildade, Serenidade, Respeito, Amor, Carinho para com o próximo e sabedoria para orientar as pessoas que precisam da minha ajuda. Ao longo de minha caminhada sempre encontrei pessoas que precisava de uma simples palavra e talvez de certa forma em algum momento eu tenha ajudado.
Gostaria de mostra ao mundo como podemos mudar tudo em nossa vida, começando por nós mesmo, relatando as pessoas o que sentimos, sei que os nossos sentimentos são diferentes um do outro, mas se cada ser humano mudar só um pouquinho, com certeza hoje será bem melhor do que ontem.
E se experimentarmos viver só por um dia a vida do outro, íamos ver que a nossa vida é pior ou melhor do que a dele, todos nós temos problemas, mais não significa que devemos viver na tristeza só porque não conseguimos realizamos o que gostaríamos, temos que encarar nossos problemas e só nós podemos resolver e mais ninguém, vamos parar de sofrer, vamos reagir e mudar nossa vida para melhor.
Lendo um livro de auto-ajuda me deparei com alguma passagem do livro em minha vida, o “Medo e Mudar” é uma delas. Antes tinha medo de tudo, medo de sair de casa porque seria assaltada ou de algo terrível fosse a me acontecer, tinha medo terminar meu casamento, porque achava que minha relação mesmo sem amor poderia ser feliz por estar junto dos meus filhos e do meu marido, mesmo não o amando mais, tinha medo mudar de emprego, porque sabia que não era fácil arrumar outro, me sentia triste com tudo isso, estava vivendo a vida de outra pessoa que não era minha.
Entrei em depressão e não sabia, não conseguia realizar meus sonhos, ficava chorando pelos cantos pedindo ajuda a Deus e nada mudava, eu não conseguia auto me ajudar, fazia sempre o que as pessoas queriam, e não o que eu realmente gostaria de fazer. Sabia que tinha que tirar aquela tristeza de dentro do meu coração para poder seguir meu caminho, lendo um livro de auto-ajuda, não me recordo o nome, foi quando descobrir que estava viva e podia mudar e fazer varias coisas que me fizesse feliz, então resolvi mudar e ser feliz.
Em alguma passagem do livro lembro de uma frase que dizia assim: a intensidade de uma pessoa esta em suas ações, porque tudo aquilo que faz de coração, Deus dá em dobro, faça sua vida valer pena e corra atrás da sua felicidade ou aquilo que realmente te faça feliz e viva sua vida com sabedoria, porque hoje será melhor que ontem.
Isso me fez refletir em tudo em que estava passando naquele momento da minha vida e comecei a mudar, primeiro foi meu casamento onde não existia mais amor, estava vivendo com uma pessoa pelo comodismo e por medo de ficar só, vi que estava me enganando e enganando ele também, temos o direito de ser feliz não importa de que forma.
Ficar sozinho não era um bicho de sete cabeças como imaginava, tem muita gente que vive só, só não, quem tem Deus no coração nunca está só. Hoje trabalho em outro emprego e faço aquilo que gosto, vivo feliz na minha casa com meus filhos, que são uma benção em minha vida, tenho poucos amigos mais são como irmãos, vivo em harmonia com meus familiares e voltei a estudar para realizar o meu grande sonho, de ser uma psicóloga na orientação dos nossos jovens. Hoje eu posso falar que mudar nós podemos!
Uma aprendiz em busca de um ideal.
Menina, mulher e mãe, sou eu com apenas 34 anos e dois filhos adolescentes. Resolvi voltar a estudar depois de uma terminada idade em busca de um ideal, terminar meus estudos e me formar. Tentei encontrar uma escola que se encaixasse ao meu trabalho e ao meu estilo de vida, quando achava era longe ou os horários não concedia com minha trajetória. Morando distante do trabalho a cada dia foi ficando difícil à busca pelo meu ideal, mais um belo dia minha motivação pelos estudos veio com muita garra, sai do meu eu e fui à busca do meu ideal, fuçando na internet encontrei o CIEJA, não sabia o que significava, quando entrei no site vi que era uma escola de jovens e adultos na região do Butantã, não tive duvidas, era tudo o que precisava naquele momento, uma escola próxima ao meu trabalho e horários que se encaixava perfeitamente comigo.
Liguei e falei com a Coordenadora Roseli, ela me atendeu educadamente e conversamos por alguns instantes, pediu que eu comparecesse a escola para fazer uma prova, compareci ao CIEJA no dia seguinte e fiz a prova no horário estipulado, Roseli estava presente na sala e fui avaliada por ela mesma, assim que terminou pediu-me que eu comparecesse com meus documentos para fazer a matricula naquela mesma semana. No outro dia voltei com todos os meus documentos xerocados e minha foto, não era uma das melhores, mais para uma iniciante estava ótima. Roseli informou o modulo e a turma que eu iria cursar oitava serie e turma lV G. Sai do CIEJA radiante era tudo que eu buscava naquele momento, voltar estudar, queria terminar os estudos e o CIEJA foi compatível ao meu horário e ao meu emprego, achei que isso não fosse mais possível até encontrar o CIEJA na minha vida, consegui conciliar o meu emprego e a minha vida em família.
Primeiro dia de aula 26/05/2008 estava nervosa e entusiasmada, meio perdida, fazia vinte anos que não entrava em uma sala de aula, a não ser na reunião dos meus filhos. Comecei na aula de Geografia da Professora Bet, ela deu as boas vidas a todos os alunos que estava começando aquele semestre e falou que o CIEJA era diferenciado das demais escolas, com horários flexíveis e apenas duas horas por dia, timos que nos dedicar o máximo possível. Bet leu uma crônica de duas pessoas se conheceram através do lixo, e nos fez elaborar uma história, eu adoro escrever, e não foi muito difícil para elaborar meu texto, não me recordo muito bem mais acho que era um domingo de sol, não foi lá essa coisa, mais me sai bem para o primeiro dia.
Depois conheci o professor Lázaro de Historia, calmo e muito bem motivado, sempre estava com o sorriso estampado no rosto, ele acalmava qualquer aluno que chegasse perto dele, estava sempre “Zen”. Tivemos três meses de aluna de Geografia e Historia, depois disso passamos para linguagens e Códigos, nem sabia o que significa isso, foi quando a professora de Português Sonia, explicou que era um conjunto de matérias, como Artes, Ciência, Inglês e Português, entrei na aula de português mais perdida do que nunca, ainda bem que já estava mais familiarizada com os alunos. Conhecendo os professores isso foi me relaxando, vi que todos estavam no mesmo ideal que eu, eles queriam ensinar os alunos que estavam em busca de sua formação, sabia que muitos ali eram pai e mãe de família, que estavam em buscas dos seus ideais e que enfrentavam horas presas no transito de São Paulo e que já chegavam estressados para assistir suas alunas.
Todas as aulas foram proveitosas, mais foi no Sarau que me identifiquei, vi que estava viva para escrever minhas poesias e muitas da naquelas pessoas reunidas às sextas-feiras, tem muito talento, como tocar, cantar, declamar e etc... Chegou o fim do ano e é uma coisa que já mais vou esquecer, a professora Sonia fez uma brincadeira com a nossa turma onde fui à escolhida entre todos os alunos ali presentes, o mais importante não era o presente, mais sim a consideração de todos os alunos por mim, chorei naquele instante e fiquei muito feliz em compartilhar com todo o meu presente. Chegou o fim do ano letivo e agora que já estava inturmada acabaram-se as aulas. Sonia e Damarina junto com a nossa turma e mais alguns alunos organizou nossa formatura, cantamos e declamamos foi tudo perfeito.
Gostaria de ter terminado o ensino médio com os professores do CIEJA, mais sei que isso não era possível, porque estava em votação a liberação para o curso do ensino médio. Uma coisa digo a vocês, saímos de casa rumo ao serviço e vamos para escola ou vise e versa, então nunca desista dos seus ideais, porque só vocês podem fazer isso e mais ninguém. Mesmo tendo professores capacitados e educados, só dependera de cada um de nós mudarmos o sentido de nossas vidas. E quando acabar continue sempre enfrente e nunca olhe pra traz.
Estudar no CIEJA Butantã faz a diferença.
Estudar no CIEJA era bem diferente da época de hoje, antes os alunos estudavam a distancia e comparecia a escola, só para fazerem suas provas. Mas tudo mudou! Atendendo mais de oitocentos alunos por dia, desde a alfabetização até a oitava série, com profissionais competentes na área da educação, ensinando jovem e adulto, que estão em busca de sua formação. O CIEJA Proporciona: Leitura, Debate, Entretenimento, Passeios, Sarau, Cine-Cieja, Computação e horários flexíveis. Hoje estudar na fase adulta requer objetividade e os horários flexíveis são justamente para alunos que possuem maiores dificuldades, como pai e mãe de família, que trabalham o dia todo.
Outros possuem filhos e não tem com quem deixá-los. Escrever essa crônica me fez lembrar da época que estudei no CIEJA-Butantã, onde tive conhecimento de tudo que sei. Professores educados e dedicados. Sinto saudades dos amigos que fiz naquela época, um grupo de vinte alunos. António, Rosana, Sandra, Luiz Gonzaga, Gisele, Luiz Rafael, Balbino, Joel e outros mais que não me recordam o nome. Foram apenas seis meses, o tempo era curto e a cada minuto de nossas aulas eram preciosas. Fizemos vários passeios, Pinacoteca, Museu da língua Portuguesa, Exposição de Artes e Peça de Teatro no SESI e outros mais. Todos os passeios foram proveitosos, adquirimos novos conhecimentos, não só através da leitura, mais sim da visão. Foi chegando o fim do ano letivo e nos preparamos para nossa formatura.
Cantamos e declamamos. Passamos uma mensagem de amor ao próximo e de consciência ao nosso Planeta. Nossa festa foi linda e tenho certeza que foi inesquecível e está gravado na memória de cada um. Hoje não tenho contado com todos, mais falo de vez em quando com alguns, através da Internet e celulares. Poderíamos ter dado continuidade se existisse o ensino médio, sei que dirigentes estão em busca desse ideal, para que os novos alunos concluam seus estudos, sem que saiam da rotina. O CIEJA tem qualidade e faz a diferença na vida de milhares de alunos. Como fez na minha. Agradeço a todos que fizeram parte dessa minha história.
Aula de Geografia.
Tenho saudades das aulas de Geografia, na época que fiz o ensino fundamental. Minha professora é baixinha. Têm os cabelos pretos e curtos, os olhos são castanhos claros. ... Não usa brincos, batom nem maquiagem. Gosta de andar com as unhas curtas, calça jeans, tênis, bolsa preta e óculos. Adora ler livros e jornais. Por ela moraria numa livraria, no meio do pantanal. Sua mesa está sempre cheia de recortes de revistas e jornais. São as crônicas que lê para os alunos.
Mostrando como a leitura é importante! Independente de quais fontes. Ler nos leva a vários lugares, sem sair do nosso planeta, usando apenas a imaginação. Ela mostrou também a importância dos três R. Reduzir, Reciclar e Reutilizar. Recicle sua vida e comece dentro de casa. Separe seu lixo. E reduza as sacolas plásticas. Economize sua água e abra suas janelas. O Planeta Terra agradece porque é ele que nos fornece. Mais o mundo esta mudado, pelo consumo desesperado.
Estudar era muito importe na época que não existia a tecnologia. Mas hoje os jovens vivem conectados, através da internet e de celulares. Perderão o interesse pelos livros e estudos, por causa da tecnologia. Passam horas na frente do computador utilizando a internet, e não para nem pra ler se quer um livro. Às vezes esquece até dos pais. Essa era minha professora de Geografia, será que ainda há verei um dia!
Festa junina do CIEJA Butantã.
Escrever essa crônica me fez lembrar da época que estudei no CIEJA - Butantã, onde fiz o ensino fundamental. Depois de seis meses fui convidada pelos dirigentes para a festa junina da escola. A festa estava linda e muito bem organizada, este ano teve quadrinha com noivos e padre, os alunos que dançaram todos estavam a caráter, na festa tinha pipoca, canjica, cachorro-quente, tortas, bolos, guaraná e muitas outras coisas deliciosas que não me recordo agora. Encontrei alguns amigos que fiz naquela época e meus antigos professores, Bet de Geografia, Sonia de Português, Damarina de Ciência, Lázaro de Historia, Márcia de Artes, Roseli a coordenadora, Ivani, Nilza e Elcio da secretaria, todas essas pessoas fizeram parte da minha vida e de muitos alunos.
Sempre incentivando-nos a não desistir dos nossos sonhos e mostrando como o estudo é importante em nossa vida e que somos capazes de ir muito além do que gostaríamos que cada um tem seu potencial basta acreditar-nos mesmo. Hoje estudo em outra escola e estou no segundo ano do ensino médio, em busca da minha formação. Quero concluir meus estudos e entrar para faculdade de psicologia, sei que não vou resolver a vida das pessoas da noite para o dia, mais irei orientá-las e aconselhá-las de certa forma. Não tenho palavras para agradecer a cada um de vocês pela dedicação e compreensão a todos nos alunos e ex-alunos. Obrigado a essa família chamado CIEJA.
O sistema escolar e a crise.
Antigamente a educação era bem diferente da que vemos nos dias de hoje e de quando íamos à escola, nossos pais nos obrigavam a estudar e hoje é a vida que nos exige isso. O sistema educacional do nosso país está muito precário, a cada dia as dificuldades se multiplicam e aprender com qualidade é como procurar uma agulha no palheiro. Será que podemos comparar nossa educação com animais em extinção? Daqui a alguns anos, como estará a educação? Não haverá mais aulas? Estudaremos a distancia?Como faremos para aprender e compreender tudo que os profissionais da educação vão nos ensinar e se aperfeiçoaram para isso? Quanto aos nossos professores, perderão seus empregos? Trabalharam a distancia? Hoje o mercado de trabalho está muito competitivo. Muitas pessoas e pais de família estão tentando resgatar o que perderam no passado: O direito de estudar! Existem pessoas que se sentem com muita idade para retomar o que deixaram para trás.
O tempo passa e nem percebemos, a vida nos deixa relaxar e mal conseguimos ver a importância dos estudos em nossa vida. Queremos o direto de estudar independente de nossa idade. Existem professores capacitados e dispostos a ensinar não somente os nossos jovens, mas também os adultos que estão em busca de novos ideais. Por vários motivos isso não está sendo possível, estamos desamparados na lei estudantil e quem poderá lutar por nossa causa: Prefeitura, Estado, Governo? O mercado de trabalho a cada dia está mais exigente e as cobranças são grandes e concluir nossos estudos passou a ser uma grande dificuldade!
Estudar na fase adulta requer maior direcionamento e objetividade. Muitos jovens precisam trabalhar para ajudar os pais. A meu ver está é uma das maiores causas do abandono escolar. Existem outras causas como aqueles que não conseguem interagir na sala de aula por encontrar dificuldade na aprendizagem, outro fato grave é a questão da gravidez cada dia mais precoce. Precisamos ter determinação e sermos realistas para concluir o que deixamos para trás. Quando queremos algo verdadeiramente, pulamos as barreiras, e a mudança só dependera de cada um de nós. Sei que sou um grão de areia no deserto e talvez nem consiga chegar onde sonho, mas quero ter o direito de aprender a pescar e não que me tragam o peixe pronto.
Então nunca desista e sempre persista nos seus idéias. Capitulo 8. Aula de biologia. Escrever essa crônica me fez relembrar o meu primeiro ano de aula de Biologia, foi diferente de todas as outras matérias que já havia tido. Vandriani é professor de Biologia, e sua entra em nossa sala foi triunfal, tivemos um impacto, quero dizer, ele fez a diferença, referente todos os professores que conhecemos no nosso primeiro dia de aula. Comunicativo, muito organizado e com sua motivação, encantou todos ali presente. Fiquei admira com sua palestra, falou da importância do estudo em nossas vidas, mostrou que ainda existem professores capacitados e dispostos a ensinar nossos jovens e adultos que estão em busca de sua formação, falou das importantes diferenças para nossas vidas.
Como cumprir metas, ordem e disciplina, alcançar nossos objetivos, criar idéias e sair dos nossos sonhos porque já estamos na nossa realidade e só dependeria de cada um de nos seguir a diante. Biologia é o estudo da vida, estuda tudo o que é vivo ele mostrou isso em cada aula que tivemos durante esses seis meses. O tempo foi curto mais foi muito proveitoso, adquirimos conhecimentos que nunca tinha vivido. Espero revelo novamente em minha turma, que começa agora em agosto. Obrigado por tudo e saiba que adoramos você.

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